Arquivo para fevereiro, 2013

Desafiamos você a descobrir quantos quadrados tem na imagem a baixo! Será que você consegue ver todos?

Bom… quem quiser deixar nos comentários a resposta nos comentários antes de darmos a resposta visual para esse enigma faça antes de olhar nossa explicação! Que estará logo a baixo!

 

Já descobriram?

 

 

 

4 x4 = 16

Esses são os mais fáceis de achar!

 

 

 

1 + 1 = 2

Esses alguns passam batido!

 

 

 

4 x 2 = 8

Esses aqui ninguém esqueceu né?

 

 

4

2

Será que todo mundo vai enxergar esses daqui?

2

1

Já estão feras?

 

 

1

Esses só os fortes enxergaram!

1

1

1

1

Dá raiva esquecer do grandão!

 

E ai, pessoal? O que acharam? Gostaram?

Deixem comentários aqui no nosso blog, logo colocaremos mais um desafio para vocês!

E para todos que responderam 40 Parabéns!

 

Com apenas um pedaço de giz ou uma pequenina pedra desenha-se no chão o caminho traçado para chegar ao céu, um céu de brincadeira e alegria. O caminho para se chegar à vitória exige equilíbrio e atenção, há que se equilibrar ora por duas pernas, quando se tem toda a facilidade, ora por uma perna só, como quando se falta algo. É preciso agachar para pegar a pedrinha que foi jogada, como quem recolhe pelo caminho algo precioso que deve ser levado para o céu junto da gente.

Brincadeiras de criança ensinam a gente a mover nossos pés em direção à terra e em direção ao céu, ensinam que é preciso saber saltar, saber ficar, mirar, focar e, sobretudo, é preciso saber ter equilíbrio. A cada casa que saltamos no jogo da amarelinha buscamos fincar nossos pés levemente instáveis de modo que eles não saiam daquele quadrado, que não ultrapassem os limites das linhas, que se adaptem ao tamanho que lhes é oferecido para depois pularmos outra casa, evoluirmos, continuarmos nossa trajetória de desequilíbrio-equilíbrio, aprendizado.

Escolhemos de que lado saltaremos, seja no jogo da amarelinha seja na vida, o que vamos pular, o que vamos passar… os variados percursos que fazem parte da brincadeira fazem parte também das escolhas que as crianças terão que enfrentar quando mais velhas, coordenar os movimentos para saltar as casas do jogo da amarelinha é tão necessário quanto coordenar o corpo, as ideias e os sentimentos para saltar para as próximas etapas da vida.

A todas as crianças deveria ser dado o direito de aprenderem com as brincadeiras, aprenderem que um dia serão elas que traçaram o caminho, que escolherão o trajeto e assim, se tornarão autônomas. Com várias tentativas é que se aprende a ter equilíbrio, é que se domina o corpo e se aprende o caminho para o céu.

“E agora, José?”

E agora, José? Quem nunca passou por um momento de raiva, por um instante de fúria em que o mais importante parecia provar que estava certo do que fazer o certo? Brigar, ofender, sem limites e sem barreiras, magoar as pessoas até a raiva e a revolta acalmarem-se, mas e depois? E depois que a briga acaba, que as pessoas já estão machucadas, que vão todos embora? E ai?

Todos passam por momentos de fúria, momentos em que a cabeça fica quente e que não se consegue pensar nem com ela nem com o coração e se ficamos sem paciência, se não nos acalmamos, se agredimos de alguma maneira as pessoas que nos amam, isso deixará marcas, marcas e consequências que muitas vezes só nos damos conta depois que a raiva passa, depois que nos acalmamos e vem a pergunta à cabeça: “E agora, José?” E agora que tudo passou, que todos nos deixaram sozinhos, que as coisas boas não vieram, que nós fechamos as portas, que não há como fugir do mal que causamos a nós mesmos e aos outros, que não há como voltar atrás?

Será que se nos perguntássemos o “e agora, José?” antes de brigarmos se nos perguntássemos quais as consequências das nossas atitudes antes de fazê-las, será que saberíamos o caminho que deveria ser seguido? Será que no final não marcharíamos sem rumo e sem pessoas para nos apoiar? Será que seria menos doloroso e mais maduro?

Antes de cometerem atos impensáveis, antes de brigarem com as pessoas que amam, antes de discutirem sem razão com os amigos, perguntem-se se isso vale a pena, questionem-se a maneira que farão isso, para não distanciarem as pessoas de vocês, para não se afastarem dos amigos, da família. Briguem pelo o que é certo, mas façam da maneira certa, sem agressões, sem desrespeito, porque depois do agora sempre há um depois que pode não ser tão bom assim…


O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja por suas realizações em canto e dança, que aos olhos cristãos eram atos pecaminosos.
A partir da adoção do carnaval por parte da Igreja, a festa passou a ser comemorada através de cultos oficiais, o que bania os “atos pecaminosos”. Tal modificação foi fortemente espantosa aos olhos do povo, já que fugia das reais origens da festa, como o festejo pela alegria e pelas conquistas.
Em 1545, durante o Concílio de Trento, o carnaval voltou a ser uma festa popular. Em aproximadamente 1723, o carnaval chegou ao Brasil sob influência europeia. Ocorria através de desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas. Somente no século XIX que os blocos carnavalescos surgiram com carros decorados e pessoas fantasiadas de forma semelhante à de hoje.

A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. As famosas marchinhas carnavalescas foram acrescentadas, assim a festa cresceu em quantidade de participantes e em qualidade.

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