Arquivo para julho, 2015

As férias acabaram, e para dar tchau para elas, que tal uma experiência na cozinha? Chame as amigas e se aventure num piquenique feito por vocês mesmo, e claro, sempre com ajuda de um adulto!

De fácil preparo e sabor que agrada a todos, assim são os cupcakes. Sensação do momento, essa gostosura teve sua origem na Terra da Rainha e recebia um nome diferente, Fairy Cake, bolo de fada, no qual era levado à mesa nos famosos chás das cinco. Já para o lado de lá do Atlântico, nos Estados Unidos do século XIX, o Fairy Cake virou Cupcake ou bolo de xícara. Há duas hipóteses aceitas sobre sua origem, uma delas é: na hora do preparo, os ingredientes eram separados por xícaras, que revolucionou o modo de preparo, já que anteriormente, necessitavam de balanças para a medida. Outra hipótese aceita é que o bolinho era levado ao forno em formas como xícaras.

Eles são muito parecidos com os muffins, mas se diferenciam por serem mais leves e mais decorados. São tão bonitos e fofos que parecem terem sido feitos por fadas realmente. Agora, o que o fez conquistar nossos corações? A criatividade, então, vamos para a receita.

Receita Fácil de Cupcake:

 

Ingredientes

2 ovos

1 xícara de chá e açúcar

2 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de chá de leite

2 colheres de sopa de manteiga derretida

½ colher de sopa de fermento em pó

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes até a massa ficar homogênea. Coloque em forminhas, atenção para a dica de profissional: para evitar a sujeira, coloque a sua massa num saco de confeiteiro, assim, quando for colocá-la na forminha, não corre o risco de derrubá-la! Leve ao forno por aproximadamente 20 minutos. Após assar, espere esfriar. Você pode rechear como quiser, use sua imaginação e transforme seu cupcake em algo único. Mas, lembre-se, peça a ajuda de um adulto!

Agora que já estão prontos os cupcakes, corra para o piquenique e aproveite o restinho de férias com as amigas e um gostinho de quero mais!

Referências:

http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/curiosidades/bolo-de-xicara-a-historia-do-cupcake/

 

 

Batatinha quando nasce esparrama pelo chão, certamente você cansou de declamar esse poeminha engraçadinho assim como todas as pessoas. De tão batido, o erro passou por todos, pois o certo é: Batatinha quando nasce espalha ramas pelo chão!

Esse tipo de erro é mais comum do que se pensa. Esse tipo de poema é tido como cultura popular, passado oralmente, ou seja, contado de geração a geração e perpetuando esse tipo de história. A tradição oral é tão antiga quanto o homem e através dessa prática várias histórias puderam chegar até nós. Várias tribos primitivas se reuniam para narrar histórias como uma prática social entre as pessoas daquelas sociedades, para repassar conceitos de crenças e de ordem, explicações sobre criação do mundo e fenômenos da natureza e o que não era possível entender.

A importância social da narrativa oral, cujas as finalidades variam de acordo com as circunstâncias, gerou várias formas de se contar a história. Isso criou vários gêneros de narrativas como o conto (popular, maravilhoso, de fadas), as fábulas, os apólogos, as parábolas, as lendas e os mitos.

Graças a essas histórias, vários conceitos foram absorvidos em nossa sociedade e tornaram-se patrimônio cultural popular da humanidade. Depois da invenção da escrita, algumas dessas histórias puderam ser preservadas e chegaram até nós.

De boca em boca muito ditos populares foram repassados, e como quem conta um conto, aumenta um ponto, houve algumas alterações desses ditos populares como da batatinha.

Conheça alguns que foram passados de uma forma mas são de outra:

Cor de Burro quando Foge

Burro não muda de cor, muito menos quando foge. O certo é: Corro de burro quando foge.

Cuspido e Escarrado

Sempre tem aquela tia que olha e fala: Fulano é tão parecido com o sicrano, cuspido e escarrado. Logo vem à mente algo bem nojento, porém a verdadeira versão é: Esculpido em Carrara ( Carrara é um tipo de mármore italiano). Certamente, um pouco mais limpo que o inicial.

Quem não tem cão, caça com gato

Essa é até bonitinha, mas está errada. O certo é: Quem não tem cão, caça como gato, ou seja, caça sozinho. Já ouviram falar que antigamente quando caçavam, levavam cães, agora quem não tem, faz como gato mesmo.

Quem tem boca vai a Roma

Uma pena, porque ninguém vai a lugar algum. O Certo é: Quem tem boca vaia Roma. Uma pena não ganhar o mundo assim!

E ai, como vocês falavam?

 

Referências:

http://www.mensagenscomamor.com/diversas/significado_ditados.htm

http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/literatura-oral

 

Amigo é coisa pra se guardar do lado direito do peito. Com toda a certeza todos já ouviram a “Canção da América”, e também, já se recordaram de um amigo. Pois é, clichês a parte, a amizade é algo importante, tão importante que tem até um dia para ser homenageada, o dia 20 de Julho é o dia internacional da Amizade.

Afinal, porque a amizade é tão importante? Tudo começou tempos atrás, quando o homem primitivo começou a se organizar nas primeiras sociedades. Essas organizações fizeram com que o homem tivesse a necessidade de ter alguém por perto, para lutar contra os inimigos e ajudar a cuidar dos filhos. Dessa parceria surgiu a amizade.

Pesquisas acadêmicas comprovam que a amizade libera hormônios relacionados à felicidade, que ajudam a criar laços, como a familiaridade. O cérebro, ao longo do processo de evolução, foi condicionado a precisar de outro alguém. Hoje, com a vida moderna não precisamos mais caçar nosso próprio alimento e isso faz com que realizar algo sozinho seja comum, contudo, não é legal. A presença do outro faz a vida muito mais completa e feliz.

Mas, o que influencia a amizade?

Ter contato com a pessoa é primordial para se socializar e criar o fortalecimento da amizade, isso é óbvio. Do contato, surge o conhecimento e o estreitamento de laços. Conhecer é fundamental e isso que faz com que a pessoa se torne amigo do outro, quando se compartilha informações pessoais, abrir-se e contar segredos. Mas o ideal é ter reciprocidade, quando ambas compartilham informações.

A intimidade é um caminho sem volta, para caminhar por esse caminho deve-se respeitar as particularidades dos seus amigos, mesmo quando você avisa: “Amiga, para que tá feio…” Se você curte a dança do passinho e seu amigo é gótico, nada de criticar o gosto do outro, gosto é gosto e ponto. Algumas características são mais valorizadas, dentre elas a lealdade, confiança e aceitação, e olha, elas valem mais que emprestar dinheiro. Ser amigo nem sempre é ser igual, mas ter interesses e sentimentos em comum.

Um aspecto importante na construção da amizade é o apoio a identidade social, ou seja, procura-se um amigo que entenda e respeite as escolhas feitas, tanto nos aspectos religiosos, étnicos, profissionais ou  até mesmo por fazer parte daquele grupo de cosplay do Naruto.

Amigo é aquele que apoia as suas escolhas e com isso sua autoestima agradece. E para mantê-los é importante aceitar, respeitar , apoiar as escolhas pessoais e interagir com eles. Não importa a distância, manter a amizade é entrar em contato com ele através de telefonemas, mensagens, roles ou visitas. A Internet possibilitou o contato além da presença física e ajuda a matar a saudade de seus amigos.

A amizade é muito boa para o coraçãozinho, afinal, guardar um amigo dentro do peito é a forma mais sincera de agradecer pelo apoio naquela hora do mico, derrota ou vitória. Aproveite e dê um abraço bem apertado nele, mesmo que virtualmente.

Referências:

http://tudosobreminhamae.com/maes-fora-do-brasil/2015/6/28/o-que-acontece-com-as-amizades-quando-mudamos-de-pas

http://blog.floresonline.com.br/2015/07/por-que-existe-o-dia-do-amigo/

 

O reverendo e professor de matemática Charles Lutwidge Dodgson estava com suas pupilas num passeio de barco no rio Tâmisa, quando uma das três irmãs Liddell lhe pediu que contasse uma história. Desse pedido, surgiu a heroína Alice, inspirada numa das irmãs, Alice Liddell, que encontrou numa toca de coelhos um mundo paralelo fantástico, inúmeros personagens estranhos e experiências inesquecíveis. Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido como Lewis Carrol, dois anos depois, publicou o livro inspirado nesta história, conhecido como “Alice no País das Maravilhas”. Hoje, completando 150 anos, essa viagem pelo País das Maravilhas encantou a vida de diversas pessoas, assim como as irmãs Liddell pela primeira vez. Esse é poder da literatura, o poder do encantamento e da diversão. O poder de transformar o leitor numa próxima Alice e mergulhar no mar de experiências novas.

Ler é o maior barato

Durante as férias de Julho, que tal experimentar ler algum livro e brincar com o melhor que eles podem nos proporcionar? Brincar com a imaginação através da viagem que os livros podem oferecer. Há diversos títulos para todos os gostos que transportam o leitor para outros mundos, você pode escolher o itinerário e embarcar nesta viagem.

Dentre os mais vendidos, está o “Malala, a menina que queria ir para escola” inspirado na ativista paquistanesa pelos direitos ao acesso à educação, ganhadora do prêmio Nobel da Paz. Também estão os diversos títulos de sucesso do John Green que possui legiões de fãs. E alguns clássicos da literatura infanto-juvenil, como “O Pequeno Príncipe”, “Bolsa Amarela” e “Marcelo, Marmelo, Martelo” .

Num mundo cuja tecnologia tomou conta de todos os nossos espaços, ler um livro é uma experiência diferente. Uma constatação científica, relata que ler faz bem ao cérebro, aumenta a memória, o vocabulário, abrange a auto compreensão e a compreensão do mundo. Ler também promove alterações nas conexões neurais similares as que ocorreriam se a pessoa realmente tivesse vivido as experiências dos personagens fictícios. Ou seja, ler é incorporar os personagens e vivenciar o que eles viveram literalmente. Embarque nessa viagem sem sair do lugar, ler é
divertido!

Referências:

http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=103144&Ns=product.sales.byUser|1

http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=102832&Ns=product.sales.byUser|1

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/01/11/noticia_saudeplena,147104/leitura-de-romances-provoca-alteracoes-cerebrais-similares-as-da-vida.shtml

O mês de Julho chegou com friozinho típico e muitas possibilidades de diversão na tão esperada férias, dentre a programação normalmente estão: dormir, dormir, dormir, passear com os amigos, viajar ou ir ao cinema. Para ajudar nessa última, vamos sugerir algumas dicas de filmes que separamos e corra para a sessão mais próxima.

Um dos filmes mais aguardados da temporada é, sem dúvidas, “Os Minions”. Desta vez, o filme conta a história dessas criaturinhas tão simpáticas em busca de seu malvado chefe. Quem assistiu o trailer pôde ver um pedaço da saga que eles enfrentam com diversos malvados ao longo da história até chegar aos anos 60. Em busca do vilão para chamar de seu, os Minions, que surgiram na Terra antes mesmo dos humanos, vivem várias trapalhadas. A cada líder novo que surgia, logo não sobrevivia, passando o tempo, chegam aos anos 60 e mostram como era a vida em duas grandes cidades da época, Nova York e Londres.

As animações não só estão com o propósito de entreter, mas também informar. O que se aprende com o filme dos Minions são as referências da época, como cultura, música e a própria História. Para quem gosta da música deste período, é um prato cheio, e para quem não conhece, uma chance incrível de conhecer Jimmy Hendrix, The Who e The Doors. Agora, tem que assistir ao filme para saber o final dessa incrível jornada.

Outra animação que está fazendo a cabeça da galera é o “Divertida Mente”. Está certo que esse filme estreou em Junho, mas algumas pessoas ainda não foram assistir, e só damos um alerta: corra para ver.

Todos passam por mudanças, e essa é a abordagem da animação, retratar as inúmeras emoções passadas nesses períodos. Riley é uma garota de 11 anos que levava uma vida pacata numa pequena cidade, logo essa tranquila vida é rompida pela mudança de cidade, de pequena para uma grande, além das várias adaptações que a garota tem que passar. Agora, o foco do filme é dentro da cabeça de Riley, com as suas emoções, sua “equipe de comando”.

Nem só de animação vive-se as férias, outra estreia que promete bastante agitação é “Cidades de Papel”. Esse longa é baseado na obra de John Green, escritor também da obra “A Culpa é das Estrelas”. Esse autor escreve especificamente para o público jovem (aliás é uma ótima pedida para passar as férias, mas essa dica deixaremos para o próximo post no blog) e leva legiões de fãs às livrarias para acompanhar suas publicações.

O que tem de interessante nesse filme? As trajetórias que todos passam na vida, relacionadas ao futuro. O futuro sempre é incerto e carrega em si diversas dúvidas, nada normal para quem está começando a vida. Pois bem, embarque nessa viagem e divirta-se!

Referências:

https://www.youtube.com/watch?v=zGyf9nOs4C0

http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2015/06/1647701-minions-ganham-filme-proprio-cheio-de-referencias-aos-anos-1960.shtml

http://www.papelpop.com/2013/11/cidades-de-papel-o-que-achamos-dessa-historia-de-misterio-e-paixao/

http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2015/06/1641307-nova-animacao-divertida-mente-brinca-com-os-sentimentos-lei-critica.shtml

 

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