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Primeira Dama Araraquarense

Nascida em Araraquara no dia 19 de setembro de 1930, Ruth Vilaça Correia Leite Cardoso viveu em sua terra natal até os 18 anos, quando em 1951 se mudou para a capital para estudar Filosofia na USP.

No mesmo ano conheceu Fernando Henrique Cardoso, então um estudante de Sociologia, com quem se casou em 1953, tornando-se primeira-dama durante o mandato presidencial do marido entre 1995 e 2003.

Enquanto primeira-dama do Brasil, Ruth Cardoso criou e presidiu o programa Comunidade Solidária de combate à exclusão social e à pobreza.

Em 2008, um dia após ter realizado um cateterismo cardíaco e recebido alta hospital, Ruth Cardoso veio a falecer.

Seu nome talvez seja conhecido por grande parte daqueles apreciadores da sétima arte, principalmente devido à frase “Versão Brasileira Herbert Richers”, mencionada nos minutos iniciais de exibição dos longa metragens.

Mas o que poucos sabem é que o dono de um dos primeiros estúdios de dublagem da América Latina nasceu em Araraquara (SP), no ano de 1923, vindo a falecer em 2009, no Rio de Janeiro.

O empresário brasileiro já trabalhava com produção de cinema, mas o desejo de ter o próprio negócio resultou na compra de um estúdio em 1959, pertencente à atriz Cármen Santos. No ano seguinte, o estúdio dublou o seriado norte-americano Zorro, por indicação de Walt Disney. Richers havia conhecido o criador do Mickey na década de 40, em uma das viagens do produtor para o Brasil.

Mesmo após Zorro, a dublagem de filmes estrangeiros demorou a engrenar – os longas eram exibidos legendados. Foi apenas nos anos 80 e 90 que o estúdio começou a decolar, chegando em seu ápice com a “versão brasileira Herbert Richers” de 70% das produções que eram exibidas nos cinemas brasileiros.

Com o aumento da concorrência, a empresa a enfrentar uma crise em 2003. Atolada em dívidas, seis anos depois, com a morte de seu fundador, o estúdio fechou as portas.

FUNDAMENTAL I

21/06

Terça-feira

22/06

Quarta-feira

23/06

Quinta-feira

24/06

 Sexta-feira

25/06

Sábado

19h

1° ao 5° ano

Abertura

Ginásio Guilherme Fragoso Ferrão

 (Ginásio da Pista)

8h às 11h

Ginásio Guilherme Fragoso Ferrão (Ginásio da Pista)

1° ao 5° ano

Atletismo

8h

Gincana

1° ao 5° ano

          8h

Corrida pô

1° ao 5° ano

8h30min

(1° e 2° anos)

Praça dos Advogados

Maratona

8h50min

Intervalo

    8h50min

Intervalo

9h

(3°,4° e 5° anos)

Praça dos Advogados

Maratona

9h30min

Queimada

1° ao 5°  ano

09h30min

Final

1° ao 5° ano

10h

Ensino Fundamental II

Praça dos Advogados

Maratona

 

 

 

 

 

OLIMPÍADAS DE INTEGRAÇÃO

TABELA DE JOGOS – FUNDAMENTAL II

21/06

Terça-feira

22/06

Quarta-feira

23/06

Quinta-feira

24/06

Sexta-feira

25/06

Sábado

19h

6° ao 9° Ano

Abertura

Ginásio Guilherme

Fragoso Ferrão

 (Ginásio da Pista)

 

14h

6° e 7° Ano

Handebol Feminino

14h

6° e 7°Ano

Futsal Feminino

7h30  às 12h

Ginásio Guilherme Fragoso Ferrão (Ginásio da Pista)

6° ao 9° Ano

Atletismo

10h

6° ao 9° Ano

Maratona

Praça dos Advogados

14h50min

6° e 7° Ano Handebol Masculino

14h50min

6° e 7° Ano

Futsal Masculino

14h

6° e 7° Ano

Volei Feminino

15h50min

8° e 9° Ano

Handebol Feminino

15h50min

8° e 9° Ano

Futsal Feminino

14h50min

6° e  7° Ano

Volei Masculino

16h30min

8° e 9° Ano

Masculino

Handebol Masculino

16h30min

8° e 9°

Futsal Masculino

 

15h50min

8° e  9° Ano

Volei Feminino

16h30min

8° e 9° Ano

Volei Masculino

 

O Pueri Domus preparou uma festa em comemoração ao dia das crianças. Confira tudo o que aconteceu em nosso álbum no Facebook: Álbum Dia das Crianças Pueri Domus

Dia das Crianças - Pueri Domus

Dia das Crianças - Pueri Domus

Organizamos uma semana muito especial para nossos alunos, com muita alegria e diversão.

Organizamos uma semana muito especial para nossos alunos, com muita alegria e diversão.

Organizamos uma semana muito especial para nossos alunos, com muita alegria e diversão.

 

A Unicamp divulgou um texto referente a uma pesquisa sobre a geração Y bem interessante. O texto descreve as características da geração Y, como eles foram educados e como cresceram e ainda crescem.

O texto vale a pena ser lido por todos, pais e filhos, pois ele apresenta muitas respostas para a infelicidade desta geração, para as mudanças de caminho e assim por diante.

Boa leitura!

 

Porque os jovens profissionais da geração Y estão tão infelizes?

 por 

 

Esta é a Ana.

Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.

“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. - Wikipedia

 

Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.

Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:

Ana está meio infeliz.

Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:

 

É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:

Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.

Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:

Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.

Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam. isso os deixou satisfeitos e otimistas.

Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.

Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.

Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:

GYPSYs são ferozmente ambiciosos

President1

O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.

Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e  também que a frase “realização profissional” está muito popular.

Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.

Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:

Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:

GYPSYs vivem uma ilusão

Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:

Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.

Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:

es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum

De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.

Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.

Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:

Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.

Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.

Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.

Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.

E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:

A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.

E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:

GYPSYs estão sendo atormentados

Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.

A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.

As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.

Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.

Aqui vão meus conselhos para Ana:

1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.

2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.

3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

Fonte do texto em inglês: http://www.waitbutwhy.com/2013/09/why-generation-y-yuppies-are-unhappy.html

Fonte em português: http://qga.com.br/comportamento/jovem/2013/09/porque-os-jovens-profissionais-da-geracao-y-estao-infelizes

Por Iury Angelotto Pires – Professor de História

A Escola Pueri Domus Araraquara parabeniza os alunos do terceiro colegial: Kevin Andrew Mendes Macfadem, Priscila Oliveira Generoso, Victor de Carvalho Záccaro, Miguel Marques Francisco e Rodrigo Molina Magnani pela conquista do 2º lugar no Webjogo FACAMP!

O Webjogo Facamp é uma   atividade interativa com perguntas sobre conhecimentos gerais feitos pela internet. Com poucas pistas fornecidas em enigmas e desafios, os alunos devem buscar as informações na internet e buscar a resposta correta. A equipe com maior número de acertos com menor tempo de prova é a vencedora.

Tendo participado pela primeira vez, concorrendo com cerca de 800 escolas de todo o país no início da competição, a equipe intitulada Laranjas Mecânicas da Escola Pueri Domus passou por duas fases eliminatórias e foi a única de Araraquara a se tornar uma das 20 finalistas.

Na grande final, realizada no dia 18 de agosto, havia equipes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Piauí, mas, apenas os 1º e 2º colocados seriam premiados e a ansiedade das equipes era grande. Nessa fase, o desafio seria maior e os alunos não poderiam contar com a ajuda do professor orientador.

Após 3 horas de prova, os organizadores anunciaram o resultado: o 1º lugar conquistado pela equipe PCM da Escola Nossa Senhora das Graças de São Paulo, premiado com um iMac cada um; em 2º lugar, a equipe Laranjas Mecânica da Escola Pueri Domus de Araraquara, premiado com um iPad cada um.

Estamos orgulhosos pelo empenho e pelo conhecimento posto em prática pelo nossos alunos. Parabéns pelo excelente resultado Laranjas Mecânicas!

 

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Resultado oficial no site: http://www.webjogofacamp.com.br/

Artigo relacionas (31/maio/2013): http://pueridomusararaquara.com.br/blog/?p=620

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